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RETROFIT: mais que tendência

Imagine “reformular” uma bela arquitetura antiga mantendo suas características principais e tornando-a mais funcional e adequada? O resultado pode ser incrível, e mais, sustentável!
Pois é, esta é a técnica chamada de “Retrofit” ou “Retrofitting”. Bastante comum na Europa, tem crescido também nas grandes cidades brasileiras. O processo é usado principalmente para reformular a funcionalidade do edifício, e/ou para atender as exigências das normas que evoluíram.

Mas atenção! Não se trata de uma restauração, que devolve ao edifício sua forma original. Nem de uma reforma, que não exige o compromisso com as características originais. O Retrofit se preocupa com a eficiência dos recursos energéticos e da água (pode reduzir até 30% do consumo de energia e até 50% do consumo de água), com a climatização e com a preservação da fachada.

Um dos exemplos de Retrofit visitado pela nossa arquiteta é o Azkuna Zentroa, edifício na cidade de Bilbao, Espanha. Hoje como centro cultural e recreativo, originalmente foi um armazém de vinho. O prédio construído entre 1905-1909 passou por um projeto de reformulação que praticamente suspendeu a antiga construção com colunas em formas diferentes e inusitadas, por meio da técnica do concreto armado. “Visitar esse edifício em Bilbao foi maravilhoso! O Retrofit possibilita que a memória da construção original ainda seja sentida pelos visitantes, imaginando como seria anteriormente, o que acontecia naquele local, que hoje se tornou um incrível centro cultural”, comenta a arquiteta Roberta Ruschel.

   
   
Outros exemplos de construções que receberam reformulação com a técnica do Retrofit: New Fetter Flace, em Londes:

  
Edifício Galeria, no Rio de Janeiro:

  

betadecora
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